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MONTE DA CORTE LIGEIRA - CABEÇA GORDA, BEJA
Em plena paisagem alentejana, nos arredores de Beja e Serpa, encontra-se o Monte da Corte Ligeira. Esta herdade de 250 hectares com atividades agro-pecuárias, esconde uma bela casa do século XVIII, caiada de branco e debruada a amarelo-ocre como manda a tradição da região. Foi cuidadosamente recuperada pelos actuais proprietários, oferecendo uma bonita decoração tradicional em harmonia familiar, com conforto e qualidade. Os jovens cavaleiros podem usufruir de belos passeios de pónei.
O conforto foi uma prioridade clara e a decoração de género rústico, mas de excelente bom gosto, mistura quadros de pintores reconhecidos, arte-sacra, loiças, azulejos antigos e tijoleira artesanal, numa harmonia quente e acolhedora. Os oito quartos (sete twins e um duplo), bem personalizados e diferentes entre eles, ora dão para o exterior luminoso e ajardinado, ora para um pátio interior colorido e fresco.
Cabeça Gorda
A sala principal, lugar de convívio por excelência, é grande, convidativa e complementada por uma enorme sala de jogos.
O hóspede pode participar nas actividades agrícolas e fazer provas de vinhos ou, num maior contacto com a natureza, caçar na época própria. Várias barragens no interior da herdade permitem pescar e assistir a magníficos finais do dia, enquanto a piscina convida a outros mergulhos.
Quem tiver vontade de sair tem por perto os centros históricos de Beja e Serpa para descobrir e passear.
Entre as azinheiras e sobreiros das belas planícies alentejanas, o Monte da Corte Ligeira, herdade de 250 hectares, surge perto de Beja como um simpático refúgio onde apetece ficar por muito tempo.
A casa, toda caiada de branco e debruada a amarelo-ocre como manda a tradição da região, foi cuidadosamente restaurada pelos actuais proprietários, Ilídio e Francisca de Matos.
Há cerca de dezoito anos, quando adquiriram a propriedade, o Monte estava bastante degradado. As obras de recuperação foram entregues a um arquitecto para assegurar a qualidade do trabalho e preservar o que se podia da antiga construção, o que foi bem conseguido. Manteve-se a lareira original, o forno do pão, os arcos que separam as salas e as madeiras à vista.
In Solares de Portugal A arte de bem receber , Edições INAPA, 2007
Os hóspedes podem participar nas actividades agrícolas e fazer provas de vinhos ou, se assim desejarem, partir à descoberta da natureza. Um verdadeiro paraíso que convida ao passeio inspirador do campo, a pescar nas suas barragens, a caçar entre azinheiras, ou refrescar-se nas águas da piscina, ou simplesmente, meditar e admirar o mágico pôr-do-sol.